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Taxa de desemprego do Brasil registra queda de 1,4% no trimestre encerrado em agosto - Editoriais - Band News FM

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Taxa de desemprego do Brasil registra queda de 1,4% no trimestre encerrado em agosto

O índice de desocupação ficou em 13,2%, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Mensal

Por Ryan Lobo, às 16:26 - 27/10/2021

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Houve crescimento de 4,2% no número de profissionais com carteira assinada, (Foto: Agência Brasil)

A taxa de desemprego no Brasil registra queda de 1,4 ponto porcentual no trimestre encerrado em agosto, frente aos três meses imediatamente anteriores. O índice de desocupação ficou em 13,2%, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio Contínua Mensal, divulgados nesta quarta-feira (27) pelo IBGE.

A população desocupada, de 13,7 milhões, caiu 7,7% na comparação com o trimestre terminado em maio. Já a população ocupada, de 90,2 milhões, cresceu 4%.

O crescimento da ocupação no trimestre até agosto avançou na maioria dos grupos de atividades econômicas, com destaque para o aumento de 1,2 milhão de trabalhadores no segmento de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas e de 578 mil na indústria geral. A única redução ocorreu na administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais.

Segundo a colunista de economia da BandNews FM, Juliana Rosa, as quedas nas taxas de desemprego são causadas pelo avanço da vacinação e pelas flexibilizações das restrições nas cidades.

De acordo com a coordenadora de Trabalho e Rendimento do IBGE, Adriana Beringuy, as taxas de desocupação ainda são consideradas altas, mas tendem a reduzir a cada trimestre.

Os dados do IBGE apontam que houve crescimento de 4,2% no número de profissionais com carteira assinada, e de 10,1% sem carteira assinada. Ainda segundo o levantamento, o número de trabalhadores por conta própria bateu o recorde da séria histórica, com altas de 4,3%. É o caso do carioca Rhuan Fernandes, que voltou a trabalhar como motorista de aplicativos para sobreviver.

Em contrapartida, o rendimento médio real dos trabalhadores recuou 4,3% frente ao trimestre encerrado em maio e reduziu 10,2% em relação ao mesmo trimestre de 2020, ficando em 2.489,00. Foram as maiores quedas percentuais da série histórica, em ambas as comparações. A massa de rendimento real, que é soma de todos os rendimentos dos trabalhadores, ficou estável, atingindo R$ 219,2 bilhões.

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